O mercado de games, avaliado em cerca de US$ 197 bilhões, virou um laboratório fértil: experimentos de IA em produção, plataformas gigantes entrando com tudo, picos de receita alternando com quedas bruscas de vendas. Nada disso é exclusivo de jogos, é o roteiro que vai bater à porta do seu setor em 2026.
Se você acha que isso é “coisa de tecnologia”, pense de novo. Quando empresa gigante, como a Netflix, decide que seu mercado é interessante, a competição muda de parâmetro. Quando IA vira ferramenta sem governança, vira custo e risco, não vantagem. O ponto é prático: quem ganha é quem transforma hype em execução que impacta P&L.
O jogo já rodou: hype versus operação
O que os relatórios e os headlines vendem x o que acontece no dia a dia.
Como o mercado vende a narrativa
- IA generativa como atalho para produtividade infinita e produtos revolucionários.
- Entradas de big techs anunciadas como extensão natural da plataforma, destruindo margens incumbentes.
- Relatórios celebrando crescimento anual agregado, sem mapear concentração por títulos ou plataformas.
O que os números e casos apontam
- Empresas de games lançaram projetos IA grandes que não geraram retenção e causaram demissões; investimento sem validação é perda acelerada.
- Crescimento do mercado não evita quedas de receita em títulos ou segmentos; agregados escondem volatilidade.
- Casos como lançamentos exclusivos em plataformas de streaming mostram que distribuição e controle de canal viram vantagem competitiva, não apenas marketing.
Onde a oportunidade está de verdade}
- Teste rápido em pontos que impactam receita: experiência de compra no site, conversão via app, nutrição por WhatsApp.
- Governança de IA: métricas claras de valor, controle de custo e rollback rápido para evitar efeito degradante no produto.
- Controle de canal e acordos de distribuição como alavancas estratégicas; não fique refém de um único player.
O pitaco da Boo
Eles vendem mágica; eu prefiro planilha com resultados. O drama nos games é uma prévia do que vem por aí: IA solta sem processo vira projeto fantasma, e a entrada de um gigante muda o mapa de receitas da noite para o dia.
Fala que:
- O gap entre discurso e execução é onde se perde margem e reputação.
- Teatro corporativo com pilotos intermináveis custa mais que um MVP bem governado.
- A vantagem real está em como você opera tecnologia: colocar agentes e IA nos canais certos (comunicação, WhatsApp, site, app, atendimento) com dados integrados e regras claras.
CTA
Se você não quer que 2026 pegue sua operação desprevenida, comece a testar IA e automações nos pontos que realmente afetam receita e custo, comunicação, WhatsApp, site, app e atendimento. Aplique em provas de valor rápidas, com governança e integração de dados. Quem vence não é quem declara roadmap, é quem muda a linha de resultado. Conheça a solução da Verboo para operacionalizar IA nos canais.
Mini-FAQ
Isso é só para gigante?
Não. As técnicas são as mesmas; muda a escala. MVPs bem desenhados mostram valor antes de escalar.
Como isso afeta um negócio médio?
Redução de custo por atendimento, aumento de conversão e velocidade para testar ofertas; impacto direto no caixa.
Preciso de um time de dados gigante para começar?
Não. Comece com integrações simples e regras claras; os primeiros ganhos vêm de automações nos canais e métricas simples de conversão e custo.
